terça-feira, 21 de dezembro de 2010

dança... no ar... la sylphide...

Uma oportunidade de rever um clássico que fica sempre bem com a quadra natalícia (em complemento com o Casse Noisette ou a Música no Coração, ehehe!... mais ho! ho! ho!). 
Mas se for bem dançado será um regalo para os olhos!

Já decorreu no Teatro Nacional de S. Carlos em princípio de Dez e pode ainda ser visto no Teatro Municipal de Almada, 29 e 30 Dez às 21h30. 

LA SYLPHIDE resumo
Bailado em 2 actos

Tamara Rojo - Sylphide | Rupert Pennefather - James | Photo: Johan Persson
RoyalBallet Oct 2005

Sylphide (Sílfide) é uma criatura mitológica da tradição ocidental. 
O termo descreve seres invisíveis, elementos do ar.  

La Sylphide, bailado criado para a Ópera de Paris em 1832 e dançado pela lendária bailarina Maria Taglionni, foi um dos pioneiros “ballets” considerado verdadeiramente romântico.

Os grandes temas da época como a paixão avassaladora, a morte e o sobrenatural ou a mulher ideal estão presentes em La Sylphide, cujo argumento se desenrola na Escócia e nos conta a história de um amor impossível entre James e um espírito alado.
Os tutus românticos, as sapatilhas de pontas e as elaboradas máquinas de cena herdadas do barroco, permitem a ilusão de leveza do salto e do voo tão próprios à representação de uma floresta habitada por sílfides.
A versão que a Companhia Nacional de Bailado repõe nesta temporada de Natal é do dinamarquês Auguste Bournonville, autor de um estilo particular e de características muito especiais no seio da dança clássica.
Esta produção será acompanhada pela Orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro Nacional de São Carlos, e dirigida pelo maestro Osvaldo Ferreira.

Companhia Nacional de Bailado
Coreografia: Auguste Bournonville
Música Herman Løvenskiold (1815 – 1870)
Cenários Ferruccio Villagrossi
Figurinos Hugo Manoel
Desenho de Luz Pedro Martins

Uma outra versão, Les Sylphides (não confundir com La Sylphide), tem coreografia de Michel Fokine, com música de Frédéric Chopin orquestrada por Alexander Glazunov. A primeira apresentação desta versao foi apresentada ao público em Dezembro de 1893, conduzida por Nikolai Rimsky-Korsakov.


Mikhail Baryshnikov | Marianna Tcherkassky | Les Sylphides Waltz
Natalia Magnicaballi in Bournonville's La Sylphide



Suzanne Farrell Ballet and Ballet Arizona

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

livros... ler e gostar de ler com a LER!

LER – revista de livros e leitores (direcção Francisco José Viegas) é uma boa companheira e uma fonte de informação relevante sobre o mundo literário.

O blog da LER tem também informação interessante sobre o mundo dos livros, editores, livrarias e outras coisas… 





Uma Iniciativa interessante: O LIVRO O ANO
Mais de duzentos leitores já votaram. A LER pede a opinião (urgente): qual o livro do ano?  A edição de Janeiro publica a lista dos dez mais votados pelos leitores (ficção e não-ficção). 
Passe palavra - ler@circuloleitores.pt.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

colectáveis... um pouco de tudo...

Lisa Congdon decidiu publicar todos os dias, durante um ano, fotos que reflectem a  sua paixão por colecções.  Podem ser borrachas, tags de viagens, molas de roupa, canetas, cartões de bingo... um pouco de tudo...
Magnífico! colecções

“eraser” memory













world tags


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

lifestyles... multi-casa | multi-uso

uma casa para (do) futuro? 
casa | quinta | restaurante | hotel | parque recreativo



particularidades:
sustentável
energia eólica | biogás
alimentos produzidos na estufa central e terrenos circundantes
residentes do hotel pagam com permuta em trabalhos agrícolas
existe? | não existe? | vai existir?
conceito visionário / agência criativa ou arquitectura?
um site a consultar TJEP 





ciência… biocorrosão?

Existem bactérias “boas” e bactérias “más”. 
Falemos de algumas más, hoje! (que às vezes podem ser "boas" noutros contextos, como falaremos um dia mais tarde).
A corrosão de materiais ferrosos na indústria causa grandes prejuízos (instalações, reservatórios, pipelines, condutas, etc). Bem conhecida é a corrosão que ocorre ao ar (oxigénio) vulgarmente designada por ferrugem. Desconhecido em geral é o facto de bactérias e micro-organismos poderem contribuir para a deterioração desses matérias de um modo mais importante, envolvendo danos materiais e financeiros dramáticos.

A corrosão microbiana, também designada por corrosão bacteriana ou biocorrosão (MIC – microbial induced corrosion) é a corrosão causada e/ou induzida por micro-organismos, em materiais metálicos.  Por exemplo, bactérias redutoras de sulfatos produzem ácido sulfídrico (H2S), tóxico e corrosivo; bactérias acidofílicas produzem ácido sulfúrico e existem bactérias que podem oxidar directamente o ferro a óxidos e hidróxidos de ferro. Além desta bactérias anaeróbias, outras aérobias (vivem em atmosferas oxigenadas) espécies Thiobacillus estão presentes no meio ambiente são factores importantes de MIC. Camadas (biofilmes) de bactérias anaeróbias invadem interiores de instalações e as aérobias colonizam superfícies exteriores. Algumas bactérias utilizam hidrogénio e podem participar na formação de verdadeiras pilhas electroquímica produzindo corrosão catódica  (outros compostos podem conduzir processos anódicos). 


As manifestações da MIC são aparentes na deterioração das superfícies, por exemplo em pipelines na indústria de gás e petróleo. O problema é grave e sujeito a estudos intensos de prevenção, controlo e inibição destes processo que ocorrem naturalmente. Este tipo de corrosão estende-se também a materiais plásticos, cimento e outros materiais.

Videla | CRC Press, 1996 - ‪Science - 273 pages


Manual of Biocorrosion that explains the microbiology, electrochemistry, and surface phenomena involved in biocorrosion and biofouling processes. Written primarily for non-specialists, the information in this manual is practical and offers a comprehensive look at the three components of biocorrosion: the microorganisms, the metal, and the aqueous environment. It also addresses methods for the monitoring, prevention, and control of biocorrosion.

domingo, 12 de dezembro de 2010

ciência | design... Apple & Co...







A minha vida mudou desde que me converti aos “Apple & Co". 
Não só a facilidade intuitiva de toda a filosofia adjacente, mas pela permuta fácil (e tratamento) de dados e também pela sincronização de toda a informação (o iPhone ajuda!). E o design...
Por trás de um Apple há sempre um grande Homem. Aqui está ele.


Jonathan Ive, Vice-Presidente da Apple ajudou a construir a reputação da Apple e o reconhecimento do design simples e funcional. 

Londrino, envolvido com a Apple desde 1992, é Vice-Presidente Senior desde 1998. As suas criações incluem: iPod Classic, iPod Shufle (Nano e Touch), iPhone e recentemente, o iPad. Muito premiado pela sua intervenção em design industrial. Alguns dos seus produtos estão exposto no MOMA, NY e Centro Pompidou, Paris.

“ Conseguir simplicidade num produto de design é caro, consome tempo e requer o trabalho de uma equipa especializada, motivada e que integre saberes complementares. Isto faz a diferença entre o excelente e o muito bom”. ver Wallpaper December 2010 (entrevista)

sábado, 11 de dezembro de 2010

arte | design... landcarpet

Patchwork | terreno agrícola | tapete?
Tapetes que parecem campos agrícolas na Europa, Ásia, EUA, África ...

BOA INSPIRAÇÃO | Design | Florian Pucher
Trazer a Natureza e a paisagem para dentro de casa ....
landcarpet Europa