quarta-feira, 18 de julho de 2012

... uma tabela periodica diferente!


Neste link (http://www.uky.edu/Projects/Chemcomics/index.html) umdeterminado elemento da tabela periódica é abordado por várias bandas desenhadas de forma parcial.
O conteúdo deste site reflecte aquelas ideias mais exploradas e significados sobre determinado elemento.




Articles About The Comic Book Periodic Table


domingo, 15 de julho de 2012

... QUE FAZER?


Quase no final do FESTIVAL de TEATRO de ALMADA (ed. 29ª)

Um encore… a peça que foi eleita no festival anterior e agora homenageada.
Um exercício exemplar de teatro. Aqui fica um testemunho para partilha. Difícil explicar tudo o que se passa na 1.5h de espectáculo. Ficam aqui umas dicas… e se houver oportunidade de rever… absolutamente a não perder.

que faire ? (le retour)
que fazer? (o regresso)
de Benoît Lambert, Jean-Charles Massera
Teatro Dijon Bourgogne

Escrito em francês em 2009
Cem anos após a aparição do “Que fazer” de Lenine, um casal na sua cozinha toma consciência do vazio cultural dos tempos modernos e decidem fazer uma triagem nos livros que têm em casa. Um bom motivo para uma acesa reflexão e discussão sobre muitos temas tomados como adquiridos em História, Arte, Pensamento, Filosofia, Política, etc. Temas importantes: a Revolução Francesa e a Russa, Maio 68, Nitzche a Marx, Arte Conceptual…
E assim afrontam as contradições do Néo-Liberalismo, da Pós-Modernidade, o Totalitarismo, a Crise Económica e o Valor do Dinheiro.
Duas personagens: um homem e uma mulher
François CHATOT | Martine SCHAMBACHER

O que se pode encontrar ao longo do espectáculo
Um extracto de meditação de Descartes (… toda a aprendizagem anterior posta em causa)
O lirismo político de Robespierre
Uma mesa, cadeiras, pratos, copos e sopa
Maio 68 - as propostas / as contradições
A Declaração do Direitos do Homem
Pedaços de poemas e canções
Performances e arte minimalista
Encenações míticas de filmes
Como fabricar um cocktail Molotov
E todo um diálogo unificador que também passa por um divertido abcedário de culinária

Tudo isto num cenário simples e eficaz. As paredes brancas/nuas da casa transformam-se em painéis de luz que ampliam e acentuam as cenas.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

... VAZARELY... algo de novo...

Victor Vasarely (9 Abril 1906, Pécs - 15 Março 1997, Paris), artista franco-húngaro, é considerado o fundador da Op-Art. Os quadros apresentam propostas "3D" inovadoras, onde a cor em geral joga um papel central. O quadro intitulado Zebra de 1935 é um marco na criação deste estilo. Algumas destas propostas arrojadas foram também transmitidas para a decoração em fachadas de imóveis. Aix-en-Provence alberga o Museu da Fundação Vazarely.

The art of tomorrow will be a collective treasure or it will not be art at all 

Victor Vasarely no estúdio em 1948 

Museus Vazarely
1970-1996
Gordes Palace, Vaucluse, França (fechado)
1976
Fondação Vasarely, Aix-en-Provence, França
1976
Pécs, Hungria
1987
Zichy Palace, Óbuda, Budapest, Hungria

FUNDAÇÃO VAZARELY em Aix-en-Provence



Os períodos do artista

A Academia Podolini-Volkmann – 1927

Etudes Bauhaus A - Victor Vasarely 1929 Oil on board 23x23cm






Os Cafés do Danúbio – 1927-29

Etudes Bauhaus C - Victor Vasarely 1929 Oil on board 23x23cm








Academia Bauhaus Muhely – 1929-30

Etudes Bauhaus D - Victor Vasarely 1929 Oil on board 23x23cm










A Nova Vida em Paris – 1930-

Autoportrait - Victor Vasarely 1934 Pastel on paper 56x36cm










Imagens Gráficas – 1930 – 1944

L'Echiquier - Victor Vasarely, 1935 Oil on board 61x41cm















Op ART e Abstracção – 1947-51












Preto e Branco – 1951-65

Vega - Victor Vasarely 1957 Acrylic on canvas 195x130cm










‘Yellow Manifesto’ – 1955

Cassiopee II - Victor Vasarely 1958 Acrylic on canvas 195x130










Alfabetos Coloridos – 1960-65

Alphabet VB - Victor Vasarely 1960 Acrylic on canvas 160x150cm










‘The Responsive Eye’ – 1965

Bora III - Victor Vasarely 1964 Oil on canvas 149x141cm










Vonal – 1964-

Vonal-Stri - Victor Vasarely 1975 Acrylic on canvas 200x200cm










Vega – 1968-

Vega-Nor - Victor Vasarely 1969 Acrylic on Canvas 200x200cm










Gestalt – 1969-

Keple-Gestalt - Victor Vasarely, 1968 Acrylic on canvas 160x160cm

segunda-feira, 9 de julho de 2012

… voando sobre o mundo…



bird's-eye view … uma visão de um objecto de um ponto elevado, numa perspectiva como se o observador fosse um pássaro em pleno vôo. Muito usado como técnica fotográfica, plantas aéreas, mapas, etc. Explorado em fotografia ou desenho.
As recentes tecnologias permitiram avanços espectaculares e surpreendentes, muitas vezes via satéllite. Microsoft Bing Maps oferecem vistas directas de satélite de todo o planeta. Uma maneira de “fly over” e ver o mundo de modo diferente.
Nomes | Referências
         Yann Arthus-Bertrand (autor do famoso Earth from Above | Yann Arthus-Bertrand) ... absolutamente a ver...
         Stephan Zirwes
         George Steinmetz
 (ver photoblog)
         Georg Gerster
 (ver official website)
         Pierre Lesage
         Rob Huntley
         Cameron Davidson

domingo, 8 de julho de 2012

50 anos após a morte de PORTINARI (1903-1962) …


Descobri-o, há uns anos, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. 
Impressionante a sua obra, que pode igualar a Picasso ou Dali, ou aos grandes muralistas mexicanos.
Cândido Torquato Portinari (Brodowski, 29 de dezembro de 1903 — Rio de Janeiro, 6 de fevereiro de 1962) foi um artista plástico brasileiro. A sua carreira reencontra o famoso arquitecto Oscar Niemeyer. Portinari pintou quase cinco mil obras (de pequenos esboços e pinturas de proporções padrão como O Lavrador de Café à gigantescos murais, como os painéis Guerra e Paz, presenteados à sede da ONU em Nova Iorque em 1956 e que em dezembro de 2010, graças aos esforços de seu filho, retornaram para exibição no Teatro Municipal do Rio de Janeiro). Portinari hoje é considerado um dos artistas mais prestigiados do país e foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional. O seu centenário, em 2003, foi celebrado a nível mundial.
Guerra e Paz - dois dos oito painéis de enormes dimensões 
Características da obra
Nas suas obras, o pintor conseguiu retratar questões sociais sem desagradar ao governo e aproximou-se da arte moderna européia sem perder a admiração do grande público. As pinturas aproximam-se do cubismo, surrealismo e dos pintores muralistas mexicanos, sem, contudo, se distanciar totalmente da arte figurativa e das tradições da pintura. 

Outras pinturas conhecidas de Portinari são:
   Meio Ambiente;
   Colhedores de Café;
   Mestiço;
   O Lavrador de Café;
   O Sapateiro de Brodowski;
   Menino com Pião;
   Lavadeiras;
   Grupos de Meninas Brincando;
   Menino com Carneiro;
   Cena Rural;
   A Primeira Missa no Brasil;
   São Francisco de Assis;
   Tiradentes;
   Ceia;
   Os Retirantes;
   Futebol;
   O Sofrimento de Laio;
   Criança Morta;