Grão a grão, areias de ideias e motivações, empurradas pelos ventos da memória, vão deixando mensagens intemporais... Troca de informação sobre o que se passa (e nos interessa) no campo da ciência, cultura e artes.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
… o pequeno Repórter
Pela mão de Steve Spielberg - 2011 - em breve nos cinemas!
AS AVENTURAS DE TINTIN
Uma nova adaptação cinematográfica explorando a banda desenhada de Hergé.
Os fãs de Tintin aguardam com expectativa esta adaptação.
sábado, 8 de outubro de 2011
... fora de Lisboa!
MatrizCaldas
Fluxo. Cidade. Arte. Caldas da Rainha 2012- 1512
O Museu do Hospital e das Caldas convida
Por ocasião das comemorações dos 500 anos da Villa de Caldas da Rainha (1511-2011) e da assinatura do Livro do Compromisso pela Rainha D. Leonor (1512-2012) terá lugar no próximo dia 8 de Outubro pelas 19h00 a apresentação pública do projecto MatrizCaldas.
Matriz Caldas assume-se como um projecto integrado de arte contemporânea e animação museológica que procura reflectir o interesse pela cidade, pela região e pelo Museu do Hospital e das Caldas em particular.
Um programa expositivo e editorial a desenvolver entre Outubro de 2011 e Junho de 2012.
Obras:
em exposição
David Casta, Biana Costa, Teresa Forbes, Bruno Jamaica, Jorge Maciel e Anabela Santos.
A PARTIR DE 8 OUT
Ivo Andrade, Eunice Artur, Bruno Bogarim, João Ferreira, Nuno Fragata, Orlando Franco e Luís Simões.
MatrizCaldas é um projecto com a chancela Palavrão.
OBG MC PELAS DICAS.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
…grandeza e queda…
Somos um país pequeno. Unificados nesta forma rectangular desde o quarto rei da dinastia afonsina, depois de batalharmos com os “espanhois” e os “árabes”. Assim permanecemos, com um iato de 60 anos e com um período de grande expansão, quando demos novos mundos ao mundo, com uma vocação colonial e imperialista, de que nos podemos orgulhar e também penalizar, por virtudes/inovação/imaginação e muitos erros cometidos. Lisboa foi cosmopolita e confluência de rotas mercantis. Liderámos tecnologias. As confusões entre interesses económicos e religião levaram a abusos, expulsões, extorções, de que não nos orgulhamos. Uma histórias de homens feitas por homens. Alianças fortaleceram-nos e guerras fizeram-nos sofrer. (assim escreveu Martin Page “The First Global Village: How Portugal Changed the World”). A experiência brasileira é exemplar de resposta à não subjugação a potências externas, e do modo soubemos contemplar, com uma certa serenidade, o aparecimento de uma nação enorme que fala português. Já a experiencia africana é uma ferida na recta final da (des)colonização.
É bom olhar de um modo tranquilo o passado, e conseguir, com distanciação, ter um certo apreço por este povo (de que faço parte), com um entendimento das nossas capacidades e dos nossos pontos positivos (e limitações). Enfim ter um certo amor pelo nós próprios (ego)…
Tudo isto para nos remetermos, agora, num passado mais próximo, a começar no último século. Neutrais na segunda guerra mundial, o país enquistou sobre o jugo do ditador. Fechado, voltado para si mesmo, orgulhosamente (e estupidamente) só, mergulhámos num periodo obscurantista, mesquinho e terceiro mundista. O país dos 3 Fs. O português comum sofreu, emigrou levando consigo uma imagem obscurantista que transmitia. A nossa credibilidade e audiência exterior era nula nas artes, ciências e tecnologia (e mesmo política). Surge a hipótese da Europa. Doa a quem doer era o caminho a seguir. O país modernizou-se, abriu-se ao exterior, uma bem vinda revolução silenciosa e calma acontecera, e muitos de nós sentimos que o nosso espaço alargava e participávamos de direito próprio num forum europeu e mundial mesmo. Tinhamos interlocutores, parceiros. Não é por acaso que lugares de prestígio mundiais foram no passado recente ocupados por portugueses. Estes tópicos são controversos, nem todo o país avançou à mesma velocidade, mas na realidade, em geral, passámos a ter uma maior apreciação de um ego destruído e adormecido. Afinal não éramos tão maus e tentámos recuperar e deitar fora muitas frustações e recalcamentos. Mas a história neste caso não parece estar a ter um final feliz. Na realidade, a sucessão de desvarios, erros básicos, corrupção, leviandades e também ingenuidades (benefício da dúvida), a ausência de um plano director de vontade da defesa nacional (e não partidária), de uma justiça operante, e muitas outras, em conjunto com uma conjuntura económica adversa externa colocaram-nos numa situação sem precedentes. A nossa imagem exterior, com arrastamento à situação grega, faz-nos doer o coração e a alma. Como português, sinto que este olhar de externos compromete muito do esforço que muitos fizeram, e por causas em que lutaram e acreditaram. Uma revolta latente é sentida. Uma revolta contra todos os que conscientemente abusaram de nós, e sem escrúpulos nos conduziram a uma situação que esperamos não seja de “não retorno”. Não queremos ficar de braços cruzados, mas as dificuldades são enormes, no viver do dia a dia, com os baixos salários, com desemprego presente (crescente), com faltas de oportunidades e horizontes para os mais novos, num país onde as desigualdades sociais existentes aumentam a toda a hora. Qualquer actividade económica e do tecido produtivo parece comprometida, na loucura de conter o défice, por itens que não são os mais eficazes. Imaginar um aumento da contribuição do sector productivo é preciso. É urgente, tomar medidas de reduzir eficazmente a despesa da máquina estatal (continuam os “jobs for de boys” não tenhamos dúvidas, entre muitos outros desvarios). Mas não se pode resolver problemas com soluções pequeninas e de curto alcance, onde o que transparece é um aumento de burocracia estúpida de conter despesas impedindo que a realização de tarefas urgentes (prementes) ocorram e prossigam. Não comprometer o futuro deve ser prioridade e preocupação, de qualquer governante.
Um problema complexo, para o qual não tenho solução imediata, nem capacidade para o resolver. Urgente no entanto, que o cidadão comum e atento, participle nesta discussão.
pós 5 de Out
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
... Glasgow - novo museu
NEW | RIVERSIDE MUSEUM OF TRANSPORT
Glasgow, UK
Inaugurado há 4 meses, este magnífico museu desenhado por Zaha Hadid (investimento £74 milhões) impõe-se na confluência de dois rios (Clyde e Kelvin) em Glasgow. Construído numa área histórica de armazéns de construção naval, o edifício usa materiais produzidos localmente nas margens do Clyde, e o tecto sofisticado e futurista é construído de 24000 painéis de chapas de zinco moldadas. No interior, a história dos transportes é explicada aos visitantes de um modo amigável e apelativo.
Glasgow Museum
Glasgow Museum
terça-feira, 4 de outubro de 2011
... arte contemporânea em Berlin
Hamburger Bahnhof - Museum - Berlin
Um espaço lindíssimo apropriado a albergar exposições temporárias de grandes dimensões.
Um museu de arte contemporânea um pouco fora dos circuitos habituais. Uma pequena colecção permanente (Warhol, Rauschenberg, Kiefer, Twombly).
Um espaço lindíssimo apropriado a albergar exposições temporárias de grandes dimensões.
TOMÁS SARACENO
CLOUD CITIES
15 SEPTEMBER 2011 - 15 JANUARY 2012
Tomás Saraceno's installations shatter traditional concepts relating to place, time, gravity and traditional ideas as to what constitutes architecture. His works are utopian and invite the viewer to play a part in their impact on a particular space, as they reach up to the sky and down to the ground. The artist creates gardens that hang in the air and allow visitors to float in space, fulfilling a dream shared by all humankind. He draws inspiration from soap bubbles and the incredible strength and flexibility of spider webs.
ARCHITEKTONIKA
15 SEPTEMBER 2011 - 12 FEBRUARY 2012
To coincide with the exhibition by Tomás Saraceno in the gallery's historical central hall, an array of sculptures, photographs, film works and paintings will be on show in the Rieckhallen that all in some way bear references to architecture.
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