domingo, 18 de novembro de 2012

… descobertas e partilhas!


Chaïm Soutine     (Janeiro1893 – Agosto 1943)

Pintor francês / judeu (originário da Bielorrússia). Inspirado pelos clássicos (Rembrandt, Chardin and Courbet) desenvolveu técnicas particulares de representação  (formas, cores e texturas) que conduziram ao Expressionismo Abstrato.
Soutine, Chaim (1893-1943) - 1919c. The Mad Woman (The National Museum of Western Art, Tokyo, Japan) Oil on canvas; 95.9 x 60 cm.





Amedeo Modigliani (grande amigo) pintou vários retratos de Soutine.




Quadros referência : Piece of Beef / Piece de Boeuf - (c.1923), Ceret Landscape - (c.1919), Pastry Cook - (1922), Louvre, Paris, Still Life with Rayfish - (1923), Cleveland Museum of Art, Cleveland, Ohio, Seated Woman - (c.1923-24), Cleveland Museum of Art, Cleveland, Ohio, Street of Cagnes-sur-Mer - (c.1923-1924), Carcass of Beef - (c.1925), Albright-Knox Art Gallery, Buffalo, New York, Sinister Street - (c.1921), Kunstmuseum, Lucerne, Switzerland, Winding Road - (c.1939), Large Poplars at Civery or After the Storm - (c.1939)

sábado, 17 de novembro de 2012

... uma revista invulgar!


XXI, TER OPINIÃO 2013
revista anual de reflexão e debate
segundo volume
Artigos
PRAGA'57 ADEUS LIBERDADE. VIVA A LIBERDADE! RACIONAMENTO EM SAÚDE: INEVITÁVEL REALIDADE? DIÁRIOS DA SALA DE AULA MOEDA ÚNICA I MOEDA ÚNICA II ALEMANHA CRISE DEMOCRACIA COMO RECUPERAR A LIBERDADE PERDIDA? ECONOMIA CRESCIMENTO CIDADES RURALIDADE VIVER LÁ LONGE, NO ALENTEJO COLARES: CAMINHO DE ONDE SE VÊEM TODOS OS CAMINHOS EMIGRANTES SOBERANIA DA IMPOSSIBILIDADE DO EMPREENDEDORISMO NACIONAL PORTUGAL ENVELHECEU A UNIVERSIDADE O QUE SÃO REFORMAS ESTRUTURAIS? OS CAMINHOS SINGULARES DA “GUINEIZAÇÃO” DE VOLTA AO SUL UMA REVOLUÇÃO TRANQUILA 25 ANOS DE CIÊNCIA EM PORTUGAL SEM MELHORIA CONSISTENTE E ESTRUTURAL. UM SISTEMA À PROCURA DE VIABILIDADE. PORTUGAL NA EUROPA

Autores
ADALBERTO CAMPOS FERNANDES ALEXANDRE FRANCO DE SÁ ANA PIMENTEL ANA TABORDA ANDRÉ AZEVEDO ALVES ANTÓNIO BARRETO ANTÓNIO BORGES ANTÓNIO COVAS ANTÓNIO PEDRO FERREIRA BRUNO MAÇÃES BRUNO MARTINS CARLOS COIMBRA CARLOS FIOLHAIS CARLOS GASPAR DINA SOARES ELISABETE AZEVEDO-HARMAN GONÇALO VIEIRA HELENA FERRO DE GOUVEIA JOÃO FERREIRA DO AMARAL JOAQUIM AGUIAR JORGE BARRETO XAVIER JORGE CALADO JORGE CAMPOS COSTA JORGE MIRANDA JOSÉ AFONSO FURTADO JOSÉ MANUEL FÉLIX RIBEIRO JOSÉ MANUEL FERNANDES JOSÉ MENDES RIBEIRO JOSÉ TAVARES MARIA FILOMENA MÓNICA MARIA JOÃO VALENTE ROSA MARIA JOSÉ OLIVEIRA MARIA LUÍS ROCHA PINTO MIGUEL ESTEVES CARDOSO MIGUEL MORGADO NUNO GAROUPA PAULO GUINOTE PAULO MACHADO PEDRO LOMBA PEDRO MEXIA PEDRO MIRANDA PEDRO PITA BARROS PEDRO SANTOS GUERREIRO RAQUEL VAZ PINTO RICARDO CABRAL SPYROS MANIATOGLOU

nas bancas - vale a pena - a não perder - 6.5 euros

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

... um grande pintor chinês!


Wu Guanzhong (1919–2010) é um pintor contemporâneo, hoje em dia reconhecido como um dos fundadores da pintura moderna chinesa e considerado um dos artistas mais importantes no Sec. XX na China. Pintou vários aspectos da China: pássaros, animais, pessoas, arquitectura, assim como muitas paisagens num estilo reminescente dos pintores impressionistas dos anos 1990.
Descoberta no Museu de Artes de Hong Kong

Uma retrospectiva teve lugar, recentemente, em NY.
Revolutionary Ink: The Paintings of Wu Guanzhong
24 April 2012 - 5 August 2012

Paisagem
Lion Woods, 1983, tinta e côr em papel de arroz, 173 x 290 cm, Shanghai Art Museum

"The relationship between semblance and non-semblance is in fact the same as the relationship between concrete and abstract. What exactly constitutes spirit resonance and lifelike motion in Chinese traditional painting? Whether in landscape or in flower-and-bird painting, it lies in the expressive difference between motion that has spirit resonance and motion that does not. Within this there is the question of the harmony or conflict between the abstract and the concrete, and the factor of either beauty or ugliness that hovers just beyond. The principle of analysis for form is the same as for music." W.G.

Um paralelismo com Pollock?

domingo, 4 de novembro de 2012

Um futuro negro?

O nosso PM é um nato guionista de ficção científica, muito próxima de série B.
Com a condução que imprimiu na economia, estado social, educação e tudo o resto “escreveu-nos” um futuro indigno, em que as imagens serão de destruição, decadência e sem esperança. Mas afinal nem é original.
A literatura que fala do futuro (ficção científica) leva-nos em geral para mundos em que a alta tecnologia vai despontando, mas o cenário de caos, confusão e pouca esperança domina essa futurologia.

Assim usando alguns exemplos:
Fahrenheit 451, 1966, Ray Bradbury, François Truffaut
Soilent Green (À Beira do Abismo) 1973 Harry Harrison, Richard Fleischer
Blade Runner, 1982, Philip K. Dick, Ridley Scott
Strange Days, 1995, Kathryn Bigelow, James Cameron
Planeta dos Macacos,1968 (e mais) Franklin J. Schaffner, remake 2001
Total Recall, 1990 e remake 2012, Philip K. Dick, Paul Verhoeven
Looper, 2012, Rian Johnson

Estas obras literárias passadas a filme transportam-nos para um mundo inseguro, de falta de manutenção dos equipamentos e estruturas urbanas, da confusão social, de uma grande preocupação com a  demografia descontrolada, falta de apoio social, crise energética, etc… Em muitas discussões com amigos que sabem do métier, a discussão centra-se em apontamentos sobre uma projecção no campo ficcional das preocupações do dia a dia .
Uma relexão que não deixa de ser preocupante.
Aos mais aficionados enviem-me obras de esperança…que contradizam esta tendência...
O meu favorito 2001 Odisseia no Espaço (o do Kubrick) e algum Asimov vão-me projectando para algum vislumbre iluminado do futuro… mas são poucos…